segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Aquiles Priester - Entrevista - Parte 2

6) Você foi gerente de marketing de uma multinacional. O que você trouxe para a música com essa experiência? Qual era sua rotina?
Aquiles: Aprendi a mostrar para as pessoas o valor de um trabalho. Todo mundo precisa de algum estímulo e eu também precisei e continuo precisando. Quando você trabalha numa grande empresa, todos os seus passos e atividades estão sendo vigiados, pois todos seus colegas almejam a promoção como você e todos querem crescer. Aprendi a ética do trabalho em equipe e fui treinado de diversas formas para ser um líder de equipe. Antes de cada treinamento sobre liderança, todas as pessoas com o perfil adequado, faziam testes básicos para mostrar suas qualidades. A partir do momento em que você se destacava, você seria treinado para dar resultados em qualquer situação e esse treinamento era dado para poucas pessoas na empresa e isso já te colocava numa situação delicada, pois você já sabia que a empresa estava investindo e isso seria cobrado mais tarde... Ou seja, você não teria chances de não dar resultados. Tudo isso que desenvolvi na Dana já estava dentro de mim, mas eu não sabia como usar. A forma que toco e crio os meus arranjos está completamente ligado à forma como fui treinado. Trouxe isso tudo para minha vida... No meu novo DVD vou falar muito sobre isso, além de mostrar as novas músicas do TROYC, Freakeys e do novo disco do Hangar.

7) O que faz um profissional de marketing se diferenciar do outro?
Aquiles: A visão. Tive dois grandes exemplos na minha vida que foram o Ivan Bulcão (Gerente de uma das fábricas do complexo da Dana Gravataí) e o Luciano Pires (Diretor de Marketing da Dana no Brasil). Esses dois caras foram meus chefes e eles eram como locomotivas para fazer algum projeto ser um sucesso, além de terem muita visão. Sabe aquelas coisas que você ouve e fala: - “Caralho, eu jamais pensaria nisso...” Eu sempre ficava muito ligado em tudo que eles faziam e falavam nas nossas reuniões de resultado. Uma das coisas mais brilhantes que aprendi com eles, é que você nunca pode fazer nada sem saber o que esperar de resultado. Qualquer ação demanda foco total para dar resultado e se você quer atingir objetivos, você precisa estar apto para mapear e administrar todos os passos e recursos envolvidos num novo projeto. Outra coisa muito importante, nunca espere que ninguém faça o que você faria, pois só você faria da sua forma... Portanto, faça!!!

8) Qual o perfil de um empreendedor? Quais objetivos, metas, conquistas que você tem o prazer em dividir com o Blog 3M?
Aquiles: O empreendedor é um cara que tem prazer em realizar as coisas, que acerta mais que erra, mas que ainda assim também comete alguns deslizes, pois de outra forma não seria empreendedor. Não tem medo de desafios e nunca nego um novo projeto. Meu principal objetivo é mostrar o trabalho do Hangar para o maior número de pessoas e a preocupação que a banda tem com a qualidade do nosso trabalho, principalmente ao vivo, pois em estúdio, todo mundo soa perfeito.


9) Como você traça seus objetivos? Qual a melhor forma de alcançá-los?
Aquiles: Procuro fazer o que precisa ser feito sem medir esforços. Quando você está numa banda, precisa ter estímulos e estimular os outros integrantes e isso serve para todos da banda. Muitas vezes você simplesmente não acorda bem e precisa ser um exemplo para voltar a focar no trabalho que precisa ser feito e é assim que fazemos as coisas na nossa banda. Em primeiro lugar, o H tem um valor sentimental imensurável e isso nos dá forças para fazer o que tiver que ser feito pela banda. Tenho certeza que ninguém sabe exatamente o que uma banda precisa fazer para ter resultado hoje em dia. Você precisa ter em mente que antes de subir num palco para mostrar seu trabalho, existe um longo caminho de dedicação, aperfeiçoamento e estudo a ser seguido. Preciso confessar que inúmeras vezes vêm o pensamento se estamos fazendo as coisas certas e se realmente estamos nos dedicando como deveríamos...

10) Deixe uma mensagem aos leitores do BLOG 3M.
Aquiles: Quando você tiver dúvidas se seus projetos estão dando resultados ou não, lembre-se da sua própria história. Não existe nada mais motivador e inspirador que sua própria vida. Chega um determinado momento da sua vida que você se dá conta do quanto teve que batalhar para conseguir as coisas que têm e nessas horas você tem dois caminhos e pensa: - “Nossa, me esforcei durante todo esse tempo e só consegui isso?” O outro é: - “Nossa!!! Realmente valeu a pena todo o meu esforço, vou seguir fazendo minha história...”
Isso te diferencia dos outros e te faz um verdadeiro empreendedor que simplesmente nasceu para realizar sonhos e não somente para sonhar.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Aquiles Priester - Entrevista - 1ª Parte

Aquiles Priester. Para muitos, baterista da banda Hangar (www.hangar.mus.br), mas um fenômeno indiscutível que, inúmeras vezes, foi considerado um dos melhores bateristas de heavy metal do mundo, deixando legiões de discípulos e aspirantes do seu estilo marcante, cheio de virtuosidade com muita pegada e velocidade.
Mas não pensem que sua caminhada foi fácil. Mesmo sendo supervisor de marketing de uma multinacional, Aquiles sempre encontrava tempo de manter suas técnicas em dia, mesmo que fosse na hora do seu almoço.
Para administrar uma carreira, é preciso ter objetivos, metas e ter foco e determinação. Para quem conhece o Aquiles, sabe que essas são suas principais características. Com vocês, o empreendedor, Aquiles Priester.


1) Como um músico pode construir uma banda de sucesso? Quais são os requisitos, além de ser um bom músico, que uma pessoa deve levar em consideração?
Aquiles Priester: A primeira coisa, com certeza, é a dedicação. Sem isso ninguém consegue chegar a lugar algum, independente do mercado que esteja atuando. Outra coisa fundamental é você ter uma visão clara de onde quer chegar e de que forma você pode traçar um bom plano para atingir seus objetivos. E, para finalizar, ser muito persistente e ainda acreditar que você pode ter forças para transformar todos os NÃOS em SIMS!


2) Como você investe na sua carreia como músico? Já sabemos que o mercado musical no Brasil é complicado, mas como você sobrevive com tranqüilidade? Tem algum investimento próprio voltado para a música?
Aquiles: Invisto todo o meu tempo no Aquiles Priester baterista, compositor, músico de estúdio, produtor, professor e profissional de workshops. Preocupo-me em ter excelência em tudo que faço e quando alguma estratégia dá errado, faço questão de mapear todo o processo novamente para saber exatamente onde errei, pois muitas vezes, o momento em que o erro aparece não significa que ele só tenha acontecido naquela parte do projeto. Sou um péssimo perdedor. Posso dizer com tranquilidade que sou muito feliz com a vida que levo, mas preciso estar atuante sempre. Nunca vou achar que tudo está bom o suficiente para relaxar. O mercado muda com muita rapidez e preciso estar certo que estou acompanhando essa evolução com naturalidade, sem me atropelar correndo atrás de alguma coisa que perdi. Prefiro me manter atualizado sempre.

3) Gostaria que você esclarecesse aos leitores do Blog, como funciona o patrocínio. Existe essa possibilidade de ganhar instrumentos, existe uma cota, um desconto? Quais são as obrigatoriedades? O que um músico tem que ter em mente ao buscar um apoio de alguma marca?
Aquiles: Com o expressivo aumento de músicos em busca de patrocínio no universo musical, posso garantir que ele só existe realmente sem nenhum ônus para o músico, quando ele é mais benéfico para a empresa do que para o músico. Quando o músico ainda não tem expressão suficiente, a empresa costuma cobrar do músico um preço de custo para poder viabilizar o patrocínio. Cada patrocínio é diferente de empresa para empresa e de músico para músico. Em algumas situações, a empresa pode até remunerar o músico financeiramente e em outras não.  

4) Antes de entrar para o Angra, você trabalhava em um ritmo denso, mas, mesmo assim, estava preparado para um teste de alto nível. Como gerenciar sua rotina pessoal, familiar e profissional?

Aquiles: Mantendo o foco no que você acha importante para a sua vida. Sempre quis fazer tudo o mais bem feito possível. Para isso, muitas vezes você precisa abrir mão de momento de relaxamento para se manter focado no seu objetivo. Muitas pessoas não querem abrir mão de assistir televisão, jogar vídeo game, passar horas e horas na internet, por que isso as fazem felizes e eu respeito isso. No entanto, pode ter certeza que esse tempo poderia ser empregado em outras coisas que podem ser tão ou mais importante que isso. É tudo questão de ponto de vista. Ninguém está errado, você só precisa saber o que você busca para o seu futuro. Na maioria das vezes, a família é sempre sacrificada, pois eles são os únicos que realmente entendem a importância das coisas na sua vida.


5) Como surgiu a idéia de lançar uma biografia? O que o leitor pode esperar desse lançamento?

Aquiles: Sempre fui uma pessoa muito próxima do público, pois por mais que a pessoa me ache um ídolo, faço questão de mostrar que sou totalmente acessível e exatamente igual a qualquer outra pessoa. O que me diferencia é a dedicação quando preciso focar num objetivo, e nada e nem ninguém pode mudar isso. Sempre recebo muitos e-mails de pessoas me dizendo que se identificaram com minha história e que isso lhes dá força para seguirem escrevendo suas histórias. Logo, percebi que poderia ser ainda mais legal se as pessoas pudessem saber mais detalhes sobre minha vida. A biografia já está na fase de revisão e diagramação e está ficando muito legal. Mostra exatamente o backstage da minha vida. É como se o leitor pudesse estar ao meu lado em todos os momentos da minha vida, desde minha infância até a realização do meu maior sonho, que foi tocar com o Nicko McBrain no festival Drummer Live em Londres em 2006. Mesmo tendo iniciado minha carreira em Foz do Iguaçu em 1986, eu sempre soube que conseguiria chegar ao meu objetivo, não porque era melhor ou diferente de ninguém, mas porque sabia que minha dedicação a tudo que me submeto é muito focada e vou até o fim em tudo que me proponho. Na biografia falo de tudo abertamente, da minha infância dura, do convívio com a família, dos percalços de tentar ser músico, das frustrações de todas as bandas que não deram certo e principalmente de todos os problemas e alegrias que tive depois que me tornei profissional. Todos os assuntos, até os mais polêmicos foram abordados abertamente. Abri a caixa preta da minha vida e tudo estará na minha biografia... Tudo mesmo!!! Tenho certeza que vou acabar com o conto de fadas e as pessoas vão perceber que ser músico é bem diferente do glamour que se vê no palco.

sábado, 29 de agosto de 2009

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Entrevista fantástica sobre Marketing, Mercado e Música

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

V Encontro de Bateras Piracicaba

Acontecerá nos dias 19, 21 e 22 o V Encontro de Bateras no SESC de Piracicaba. Mais uma ação do baterista e professor André Moreira Neto que, dessa vez, trás os bateristas de São Paulo, Fabiano Manhas (21/8) e Giba Favery (22/8). Vale a pena prestigiar também os bateristas da nossa cidade, que atualmente fazem um trabalho maravilhoso. Parabéns a todos!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O Músico como Gestão Empresarial

Antes de iniciarmos, quero deixar claro que meu objetivo aqui é gerar desconforto. Sim, atualmente, funcionários de quaisquer empresas, músicos, focam em suas carreiras e deixam ser influenciados pela zona de conforto, gerando visibilidade de atuar da mesma maneira com tranquilidade e pouco esforço. Quando um funcionário, em qualquer nível hierárquico, não se sente pressionado, não é obrigado a ter novos conhecimentos para gerar resultados dentro de uma empresa; de duas uma; Ou a empresa não gera espaço para o desenvolvimento profissional ou o próprio funcionário está desmotivado e sem autorealização. Resultado: Pouco resultado para a empresa, alto custos pelos pontos negativos, nesse caso; rua.
Como esse Blog também é voltado para os músicos, isso também pode ocorrer nas bandas. Sempre vejo reclamações do tipo: “não leva a sério”, “brinca em serviço”, “não tira as músicas”, “falta de ensaio” etc. Aqui, novamente, podemos comentar que esses resultados podem ter dois problemas: Ou o músico, funcionário, está com problemas de autorealização/profissionalismo, ou a empresa, nesse caso a banda, está mal estruturada para receber seus funcionários capacitados. Essa última possibilidade, a meu ver, sempre é a responsável pelo péssimo andamento de qualquer empreendimento musical.
Uma banda necessita estratégias de marketing, de gestão de pessoas, finanças, compras, reuniões etc. Uma banda necessita de um líder; um porta-voz. Esse líder tem a obrigação de ter visão empresarial, visão musical, visão de valores éticos e profissionais. Nada adianta ser um ótimo músico sem nenhuma dessas características incorporadas. O que vemos nesses resultados, são músicos com um nível técnico altíssimo e sempre tocando sozinho exibindo técnicas mais pitadas de arrogância. É claro que, existem profissionais que não levam o trabalho a sério, gerando assim, desconforto e má qualidade nos ensaios. Por isso dou meus parabéns a bandas que duram mais de 2 anos na cidade. Pois o objetivo as metas estão, a meu ver, bem exploradas, assim como numa organização.
Os péssimos trabalhos também são vistos em escolas de música. Escolas que se autodenominam “casas de ensino” e não têm nenhum valor ético, nenhuma noção de atendimento ao cliente; pedagogia. Cobram mensalidades absurdas que desvalorizam o trabalho do músico e também, o próprio nome da escola.
Vejamos: “Ontem, comi um lanche muito gostoso. Paguei R$ 25,00. Sim, é caro, mas volto a comer com certeza. Qualidade excelente!” outra possibilidade: “Ontem comi um lanche enorme, gostoso, tinha tudo que você pode imaginar! Maionese, frango, carne... Enfim, gigante! Sabe quanto eu paguei? R$ 2,50!”.
A pessoa de segunda ocasião pode até estar falando a verdade em relação ao custo benefício do alimento, mas tenho certeza que a primeira pergunta ou ação, é questionar a qualidade do lanche pelo valor proporcional do lanche. “Deve ser horrível!”
Então dá próxima vez que criticar seu colega de trabalho, reclamando suas atitudes, sendo ele músico, produtor, publicitário, lixeiro ou economista; pense que você tem dois lados: Ou empresa/banda que ele trabalha está mal estruturada e não comporta o seu desenvolvimento profissional ou ele realmente precisa direcionar sua vida para novos objetivos; tocar outro instrumento, fazer uma outra faculdade ou, melhor ainda, ter um amadurecimento pessoal.
PS: Termos como “brincar”, ”dar uma zuada” e/ou “sem compromisso”, somente quando a pessoa tem um tempo disponível, pois em pleno século XXI o que mais procuramos é tempo útil. E, se nenhuma ação leva a lugar nenhum, por que gastar tanta energia? Só se música por tratada como hobby ou você tem uma outra fonte de renda e considerar sua banda como aquele joguinho de futebol aos sábados. Ou você já ouviu alguém dizer: “Vamos lá na empresa, só para zuar, ligar para alguns clientes, sem compromisso”.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

I Masterclass no Jornal A Tribuna de Piracicaba

Máteria publicidade no dia 25.04.09 no jornal A Tribuna de Piracicaba.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

I Masterclass de Bateria - 25.04.09

O músico e publicitário Nettão Cambiaghi realizará no dia 25.04, sábado, seu primeiro masterclass de bateria na escola de música Music Art. Uma "aula em grupo", que tem por objetivo, melhorar o rendimento nos estudos dos bateristas de todos os níveis, focando em melhores resultados e técnicas. O curso terá a duração de 3 horas, e será totalmente apostilado. Os assuntos discutidos nesse encontro, pouco difundido em Piracicaba, é a construção de arranjos no instrumento, técnicas de mãos e pés, como melhorar seu rendimento nos estudos, dicas, curiosidades, como utilizar os melhores métodos de bateria no mercado, pedal duplo/dois bumbos, e muito mais.
O termo "Masterclass" pode ser classificado como "classe especial". Um grupo de estudantes do mesmo instrumento que se reúnem com um objetivo específico. Na cidade de Piracicaba, São Paulo, é escasso esse tipo de evento e essa iniciativa do músico serve para reunir os bateristas de todos os níveis e fazer uma interação entre eles. "Os participantes poderão tocar, fazer perguntas de qualquer área ou técnica, pedir exercícios de forma coletiva. A dúvida de um serve para todos", explica o músico, que participou de diversos workshops e aulas particulares com o renomeado Aquiles Priester (Angra/Hangar). "É uma possibilidade de o estudante ficar próximo ao professor, tirar suas dúvidas na hora e ser corrigido no momento certo por um profissional qualificado", complementa.

I Masterclass de Bateria
Dia: 25.04 (Sábado)
Horário: 14h às 17h
Investimento: R$ 15,00
Local: Escola de Música Music Art, Av. Independência, 1318
Fone: (19) 3371.1205 ou 8153.3202

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Incomodado com o comodismo

Feliz 2009 a todos leitores do Blog 3M! Espero que esse ano seja cheio de competições, ambições, desafios quase impossíveis de superar, junto com realizações e com poucas derrotas. Derrotas? Sim, claro. O excesso de vitórias nos levará num estado chamado "comodismo". Pessoas que não buscam o novo, que aceitam o salário pelo resto da vida, inclusive, seu emprego. Passam longe de riscos motivacionais e ainda, quase sempre, criticam o colega de trabalho como "ambicioso demais", sempre acabando com todas as expectativas do suposto "amigo". É, meu caro leitor, existem sim pessoas que ficam incomodadas com o sucesso alheio, e pela própria incapacidade de superação, buscam ferramentas para “incrementar” o banco de dados das pessoas que estão rumo à evolução.
Ano novo, vida nova? Sim, claro! Pelo menos é o que desejo a todos vocês, que, aliás, com certeza assistiram as “Retrospectivas 2008” de algumas emissoras de televisão. É impressionante como tenho sorte para não morrer de todas as maneiras apresentadas, até mesmo ser vítima de tantas novidades “mortais”. Acredito que Jason Voorhees, o qual terá novo filme nesse ano (!), ao assistir uma retrospectiva, iria aposentar seu machado e sua máscara de hockey.
Agora o que fazer? Bom, esperar a Mãe Dinah dizer que você será milionário nesse ano caso você matar alguns gatos, cachorros ou até mesmo algumas tartarugas com o peito do pé vermelho que nascem lá da África, pode ser demorado. Então, que tal superar alguns detalhes?
Nessas “férias” tive o prazer de ler um livro chamado “Os Donos do Mundo” do escritor Roberto Shinyashiki (http://www.shinyashiki.com.br/). “Os Donos do Futuro tem como principais temas a cooperação, os relacionamentos e as mudanças. Para o autor, os donos do futuro são aqueles que não se esquecem de plantar as sementes que garantirão o sucesso, sabem cooperar e trabalhar em equipe; sabem se relacionar, construindo vínculos pessoais e profissionais maduros e saudáveis; sabem mudar, acompanhando a evolução dos tempos. Roberto Shinyashiki fala também sobre o crescimento pessoal e a arte de saber procurar ajuda e gostar de se relacionar com gente”. (fonte: site oficial do autor).
O livro em primeira mão, me pareceu “óbvio”, mas logo foi um “tapa na cara”. O livro contém lições que a maioria das pessoas necessita aprender ou, no fundo já sabem, porém, não colocam em prática. É incrível como hoje somos capazes de criar “poltronas” especiais para o nosso conforto em qualquer situação de nossas vidas. Inclusive aquela frase “Já passei por isso, sei exatamente como sair desse problema”, exerce algum tipo de Deja-vu em você?

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Artigo - Daniel Limas - Profissão Músico

Um artigo interessante da opinião de Daniel Limas, mostrando a música como profissão no mercado. Logo mais, irei colocar opiniões diferenciadas a respeito desse assunto.
Clique no título para ler.